Compartilhe Tweet FacebookBate-papo

SEXTA, 11/11
Cine Olympia
17h

"Os novos caminhos do audiovisual brasileiro - da retomada ao novíssimo cinema”, com os críticos de cinema Rodrigo Fonseca (RJ) e Marco Antônio Moreira (PA)

18h
Lançamento do livro “Como era triste a chinesa de Godard” (Record), de Rodrigo Fonseca

Sobre Rodrigo Fonseca
É jornalista e produtor editorial formado pela ECO/UFRJ. Repórter e crítico do jornal O Globo, é professor da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu. Um dos criadores do blog “Cinema Curto”, sobre audiovisual e publicidade, colaborou para revistas como “Set” e “Veredas”. Publicou os livros “Meu compadre cinema – Sonhos, saudades e sucessos de Nelson Pereira dos Santos“ (2005) e “Cinco mais cinco – Os melhores filmes brasileiros em bilheteria e crítica” (2007), com Cacá Diegues e Luiz Carlos Merten.

Sobre “Como era triste a chinesa de Godard”
Romance epistolar ou uma lenda urbana que mistura as referências da Zona Norte do Rio de Janeiro com Nouvelle Vague, Benito Di Paula com Brian de Palma. As influências artísticas vão do erudito ao popular, com forte apelo para os HQs e o cinema.

O autor pinça episódios sangrentos da história carioca ao mesmo tempo em que arquiteta uma fábula pop sobre a dor do abandono e a fé inabalável no amor. Com narrativa vertiginosa, o romance de estreia do jornalista e crítico de cinema une com habilidade referências de um mundo sempre tão fragmentado.

Como era triste a chinesa de Godard
Rodrigo Fonseca
Editora Record
128 páginas
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 32,90
Romance / Cultura pop

ENTRADA FRANCA